PostgreSQL Reliability Lab
Projeto autoral focado em DBRE com PostgreSQL: reprodução de ambiente, validações e roadmap de confiabilidade.
Projeto autoral focado em DBRE com PostgreSQL: reprodução de ambiente, validações e roadmap de confiabilidade.
Um dos problemas mais comuns ao trabalhar com banco de dados é a falta de consistência entre ambientes. Quantas vezes já vimos situações como: “Na minha máquina funciona” Diferenças entre desenvolvimento, homologação e produção Dados que não persistem após reiniciar o ambiente Dificuldade em reproduzir bugs Esses problemas geralmente não estão relacionados ao código da aplicação, mas sim à forma como o ambiente de banco de dados é configurado. Neste post, vou mostrar como construir um ambiente PostgreSQL utilizando Docker com foco em reprodutibilidade, persistência e confiabilidade, servindo como base para cenários mais avançados. ...
Instalar PostgreSQL no Windows para um ambiente de desenvolvimento com Protheus não é apenas questão de executar um instalador. É necessário configurar o banco corretamente para que a integração com DBAccess funcione de forma estável e previsível. Este guia apresenta o passo a passo completo, desde o download até a integração total com o Protheus. ⚠️ Importante: Recomendação da TOTVS A instalação do PostgreSQL em Windows é recomendada APENAS para ambientes de desenvolvimento ou testes. ...
O ponto de partida Quando começamos a trabalhar com backup no PostgreSQL, a primeira ferramenta que aparece é o pg_dump. Mas rapidamente surge uma dúvida importante: Isso é suficiente para produção? A resposta está diretamente ligada a entender a diferença entre backup lógico e backup físico. Essas duas abordagens não competem entre si: elas resolvem problemas distintos, e uma estratégia madura usa as duas. Uma analogia simples Antes de entrar nos detalhes técnicos, uma analogia ajuda a situar a diferença: ...
O que é PostgreSQL O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados objeto-relacional e open source. Na prática, isso significa combinar aderência forte ao padrão SQL com recursos clássicos de bancos relacionais, como transações, integridade e controle de concorrência, sem abrir mão de extensibilidade para criar tipos, funções, operadores e extensões. Esse equilíbrio explica por que ele é visto como um banco de dados generalista: funciona muito bem em sistemas transacionais e também atende cenários analíticos e geoespaciais. ...
Uma dúvida comum entre desenvolvedores e analistas de dados é: Qual a diferença entre EXISTS, IN e JOIN? Essas três abordagens podem retornar o mesmo resultado, mas possuem diferenças importantes de comportamento e performance, especialmente em bases grandes. Para quem trabalha com ERP como o Protheus, onde as tabelas crescem rapidamente, entender essas diferenças ajuda a evitar consultas lentas e escolhas ruins de modelagem SQL. Neste artigo, vamos analisar: como cada abordagem funciona quando usar cada uma diferenças práticas de performance exemplos com tabelas comuns do Protheus Exemplo prático Imagine duas tabelas comuns em um cenário de ERP: ...